Sério?
Ora então...
A mulher que sabe sempre onde está o marido... É viúva, porque o marido está no cemitério... morto... enterrado,
Que nunca saibas sempre onde estou...
Ainda quero beber uns copos e ver este planeta a gemer desencarnes em massa.
E estar no wc descansado.
E coise...
Agora lembrei-me... Não sou casado... aliás.. não sou coisa nenhuma...
Ora então... Não sabes sempre onde estou! E estou vivo.
Nunca me vais ser viúva.
Essa é uma permissa saudável de não pesar a ninguém; jamais se vestirá o luto pela minha perda. aliás jamais será perda, até porque não fui conquistado.
(Hummm... Será que dá para fazer um poema disto?)
A mulher sabe sempre onde está o marido...
Garantidamente que não está perdido
Estando no cemitério... morto... enterrado... será viúva
E já se encontra graúda.
Que nunca saibas sempre onde estou...
É sinal que estou vivo
Nem tão pouco para onde me vou.
Jamais me entendas como castigo.
Ainda quero beber uns copos
Mesmo com neve a cair em flocos
Observar este planeta a gemer desencarnes em massa.
Estando o relógio a dizer-me o tempo que passa.
E estar no wc descansado.
...mesmo que seja mal amado.
Agora me lembrei...
Não sou casado... Nem fora da lei.
Não sou coisa nenhuma...
Nem pinhoca nem caruma
Ora então... Não sabes sempre onde estou!
E estou vivo.
Nem com quem eu me dou.
Acredita no que digo
Nunca me vais ser viúva.
Nem em velha nem em miúda.
Essa é uma permissa saudável de não pesar a ninguém;
Jamais se vestirá o luto pela minha perda.
Mesmo que o meu sangue seja de alguém.
Da mão direita á mão esquerda
Nunca será perda, até porque não fui conquistado.
Nem tão pouco considerado.
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