domingo, 18 de janeiro de 2026

Um dia... Serei canção de Amor

 Um dia...

Era de noite.

Acordei, sentado em mim.

Baralhei-me de suores e orientação.

Apenas era de noite de um dia... qualquer

Não senti a existência de nada.

Um nada cheio.... de vazio

Mas o leve permanecia pesado e intenso.

Tive o cheiro do passado, do presente, e do não futuro.

Odor, em todos os pontos cardeais.

Perdoei-me por instinto...

Perdoei-me na recordatória...

Perdoei-me na subtileza

Perdoei-me por existir

Perdoei-me por ser cruel

Perdoei-me por ser bondoso 

Perdoei-me por mentir

Perdoei-me por dizer a verdade

Perdoei-me por ser pecador

Perdoar; é a chave de Sol, para afirmar...

Fui canção de Amor.


Diabolizar

 Este verbo... Transitivo

Que transforma em algo nefasto.

Considera diabólico.

E assim vamos.

Com sangue derramado.

E o que mais descreve a actualidade...

Não é Amor, nem ódio.

É impunidade.

Que planeta fantástico este.... Carregadinho com gente de merda.

Uma Ode a esta gente de merda, que sai impune e se autoproclama mestres das almas de merda.

Ter a arte de diabolizar só mesmo mentes com almas imunes a merdalisar oxigénios e azeites.

Planeta Impune, cheio, populado com gente de merda.

Nem rezas, nem alecrim, nem enxofre... Quanto mais deus...

Este planeta merda, governado por deus merda, deixa impune gente de merda que mata inocências; e ainda ganham prestigio os vegan, bios, e a paneleiragem com direitos de antena.   

Ter charme é difícil, mas é possível.

Eu disse charme; não disse estupidez.

Seus merdas... Tenham charme!